O Brasil, como nação, perdeu-se no caminho.
A ideia, o conceito do povo pacífico, ficou no passado.
Roubos, falcatruas, crimes já não são novidades, nem
assustam mais.
Pessoas se perdem na criminalidade e levam famílias à
perdição.
Vemos muita religiosidade, pouca fé e corrupção,
corrupção, corrupção...
Um Cristo a mais por dia na Cruz. Cruz que agora quem
carrega é o povo, por sua própria insensatez!
Quem deveria cuidar do país, quem recebeu a incumbência,
usa o manto para esconder malas e malas de dinheiro.
Dinheiro do povo, fruto da arrecadação de impostos, com
muitas gotas de suor, transformando o país num verdadeiro inferno.
Não há educação, saúde, transporte e segurança aceitáveis.
Caos total. Policiais morrem todos os dias e quem se
importa? Ou seria exagero da mídia, como ouvimos não faz tempo?
Seriam as chuvas de balas alegorias, mesmo fora do
carnaval?
Genocídio nos hospitais, nas ruas carnavais, bebidas,
drogas e todos os tipos de aberrações...
O mundo olha e não vê porque investir nesta baderna que
se transformou o Brasil.
E, qual o futuro?
Quem sabe um condenado na Presidência da República?
Senadores, Deputados, Governadores, Prefeitos,
Vereadores, todos, foram eleitos com caixa 2, segundo se ouve nos corredores da política.
Então, que representante melhor não teriam no cargo
máximo da República, do que um condenado? Afinal, estamos todos, também,
condenados...
O povo, ora o povo!
Lembrem-se: se o condenado chegar a ocupar o cargo, o
povo é que o colocará lá. Isso se não forem as suspeitas urnas.
E o voto impresso? Dane-se o voto impresso! Quem é o povo
para exigir alguma coisa? - Palavras de Brasília!
Mas, teimosamente volto à questão, e o povo? Ora, o povo
voltará à sua insignificância, à sua miséria e à fila das mortes nos hospitais,
por causa de doenças e balas perdidas.
Assim seguirão as pessoas e as balas: perdidas.
Chegamos, então, ao pior estágio de uma nação: a
fatalidade, que faz com que balas e pessoas perdidas se encontrem!
Como sempre diz um grande amigo: - Deus cuide desta
nação...
Sim, sim, mas eu acredito que para nossa geração não há
mais tempo!
Ivan Postigo
Economista, Bacharel em contabilidade, pós-graduado em
controladoria pela USP
Autor do livro: Por que não? Técnicas para estruturação de
carreira na área de vendas
Postigo Consultoria de Gestão Empresarial
Fones (11) 4496 9660 / (11) 99645 4652
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo

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