Seus problemas acabaram, e não é
por conta dos inventos das Organizações Tabajara não!
É a nova onda, que pode se tornar
uma tendência. Por ser demasiadamente interessante pegou e está sendo usada em
larga escala.
Fiz uma pesquisa na internet,
parece que não é invenção nossa, mas pode muito bem receber nossas cores.
Pela contundência, revirei
escritos e peças atribuídas à Shakespeare, imaginando que este poderia ser o
autor.
Afinal, como célebre criador de
“to be, or not to be”, poderia também ter cunhado essa obra-prima.
Um verdadeiro canivete suíço. Quebra
todos os galhos, tira-o de enrascadas e preserva sua imagem.
Não é necessário perícia,
treinamento, nem qualquer conhecimento para uso.
De acordo com amigos, em algumas
situações, tem mais força que leis.
Pode ser usada isoladamente, mas
se acompanhada de expressões de espanto deixa seu interlocutor sem ação e, não
raro, estes não só lhe pedem desculpas pela interpelação, como chegam a assumir
a culpa.
É um argumento mais contundente
do que aquele usado pelo sujeito que disparou um revolver, feriu o vizinho e
dizia ao delegado: - Doutor, revolver não mata. Quem mata é a bala. O revolver
é meu, mas a bala que o acertou não!
Pode ser usado com seu chefe em
situações em que você, atarefado ou desleixado, deixou de fazer o recolhimento
dos impostos e a empresa agora terá que arcar com uma multa de vinte por cento.
Outra possibilidade é quando uma
auditoria descobre que todos os seus comandados estão, há dez anos, desviando
dinheiro da tesouraria, da qual você é responsável.
A situação vai envolver uma
investigação, você será questionado por policiais, pelo delegado, talvez tenha que responder um processo, mas a questão
pode ser resolvida de uma forma muito simples.
Você simplesmente responde: Eu
não sabia!
Não esqueça a cara de espanto.
Uma noite, reunimos alguns amigos
para um lanche e duas pessoas pediram suco de laranja natural.
No primeiro gole perceberam que,
não só tinha açúcar, mas muito açúcar. A pessoa que nos atendeu disse: - Nosso
suco de laranja natural é servido com açúcar.
O pessoal indignado tentou
explicar que se era natural não deveria levar açúcar. Impossível convencê-la.
Descontentes com a resposta,
resolveram chamar o gerente para entender porque “natural deveria ser com açúcar”.
O gerente, sem entender toda
aquela agitação, disse: Não, se é natural não leva açúcar.
O pessoal insistia: - Por favor,
chame sua funcionária e explique a ela que se é natural não leva açúcar.
Após alguns minutos de palestra,
a garota olhou para o chefe com cara de espanto e respondeu: - Eu não sabia!
Hoje eu acredito que ninjas
existem. Ploft, ele desapareceu no meio da fumaça e nem nos pediu desculpas.
Sabe aquela situação em que o
feijão está torrando na panela, a água secou, a casa está impregnada pelo
cheiro, você entra voando na cozinha, apaga o fogo, antes que tudo vá pelos
ares, e vê todos os seus filhos, na maior zoeira, em volta da mesa, sem se dar
conta do ocorrido, e tolamente faz a pergunta: - Por que não apagaram o fogo, a
panela estava a ponto de derreter?
Eles olham para você como se
tivessem visto um ET e respondem: - A gente não sabia!
Lá no fundo de sua mente uma
frase fica martelando: A culpa é minha!
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4496 9660 / (11) 99645
4652
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo
Nenhum comentário:
Postar um comentário